É preciso conhecer o que se produziu de melhor em música popular em qualquer lugar do planeta para que se saiba o quanto esta linguagem é fundamental. Com poucos elementos e muito conteúdo…
…faca, prato e semicolcheias.
E delicadeza, claro.

É preciso conhecer o que se produziu de melhor em música popular em qualquer lugar do planeta para que se saiba o quanto esta linguagem é fundamental. Com poucos elementos e muito conteúdo…
…faca, prato e semicolcheias.
E delicadeza, claro.

Definition of freedom regarding this particular ecosystem:
1. the freedom to use the work and enjoy the benefits of using it.
2. the freedom to study the work and to apply knowledge acquired from it.
3. the freedom to make and redistribute copies, in whole or in part, of the information or expression.
4. the freedom to make changes and improvements, and to distribute derivative works.
Source: http://freedomdefined.org/Definition

O prêmio “músico-gênio da semana” que acabei de inventar vai para o pianista Beto Corrêa. Confira o vídeo abaixo, numa apresentação do grupo Mente Clara.

Olha só, provavelmente o autor dos livros de Direito Civil fazia parte do Comando de Caça aos Comunistas! A referência está na página intitulada “Alguns nomes do terror”, no antepenúltimo parágrafo da primeira coluna. Fora o Boris Casoy, claro.
Leia no Cloaca News
EXCLUSIVO: BORIS CASOY E O COMANDO DO TERROR, SEGUNDO A REVISTA “O CRUZEIRO”
A mão penada da extrema-direita nacional emputeceu-se com o texto genial do Decreto, aliás, é até compreensível que tal autor, seguidor preferencial de “barrigas” como a crise militar ou a gripe suína, enxergue “Ofensa à Propriedade” onde há “democratização do acesso à Jutiça e estímulo à experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos”.
A “propriedade” e a “democracia” sempre foram bordões poderosos, principalmente quando entendidas lato sensu, sem levar em consideração a função social inerente à primeira e o acesso público, fundamento da segunda.
O malabarismo retórico dos defensores das condições atuais de sobrevivência da população é capaz de convencer aos mais assustados e àquela classe média que se pensa rica e sai, desesperada, em defesa de uma classe a que não pertence e que, por sinal, nem lhe quer.
Parabéns ao governo federal por peça legistaliva tão moderna tendente a conduzir um país a um desenvolvimento humano e sustentável e à irrelevância histórica a turba de defensores de privilégios de classe.
A versão em pdf do Decreto que ainda merece leitura mais atenta está aqui.

Ok, so many promises were made. And so many beautiful speeches as well…. but I still believe this guy. These three videos tells a lot about a story that I’ve followed for a long time now.
The first one is, I think, the probable birth of the “Yes we can” stuff all around Obama’s campaign:
The second shows how to drive a whole crowd in the same direction with a so simple argument:
And the last one, wich I think you have already seen, is the song that will.i.am has made with with the last 5 minutes of the first video:
Hope it doesn’t take much of your time…

No desespero de encontrar argumentos que sustentem a posição de seu grupo político-ideológico (ou, em casos raros, simples preferências pessoais injustificáveis) Clóvis Rossi passa a tentar a desvalorização do óbvio (e mais difícil quando se trata da dialética eleitoral), os números.
Observe que ele poderia mencionar diversos indicadores (escolarização, acesso e frequência à rede pública de saúde, desemprego, vacinação, mortalidade infantil e saneamento básico só para ficar no óbvio) mas preferiu focar no coeficiente de Gini (!), índice que mede desigualdade relativa e é índice secundário para definição de políticas públicas, visto ter incidência indireta sobre o Estado e depender de condições gerais da economia determinantes para o desempenho do setor privado.
Observe também que o artigo, e a “pesquisa” a que se refere, não apura se os números são, de fato, manipulados ou não, mas a percepção que se tem deles, o que é absolutamente outro assunto e nem de longe leva a conclusão de que “os números mentem”. Pura lógica que o articulista precisou ignorar.

Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;
II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;
III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;
IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.
O outro é o do comércio. Não se precisa dizer quem está ganhando.
Qualquer um que tenha assistido a qualquer programa de TV com olhar crítico vai perceber que o mecanismo publicitário inventa uma realidade que enuncia um fim precoce da infância e um amadurecimento apressado de um público consumidor absolutamente despreparado para reagir com as ferramentas corretas aos avanços do comércio; além de um embotamento da criatividade causado pela excessiva produção e acabamento de tudo o que se apresenta.
Talvez qualquer restrição de conteúdo seja vista e tratada como autoritarismo. O que se torce, portanto, é que os canais democráticos e os cidadãos responsáveis exerçam seu papel. Seja por meio da atividade vigilante dos pais, ou por meio de restrições legais à exibição do conteúdo publicitário.
O documentário “Criança – A alma do negócio” discute a questão. Abaixo um trecho de um todo bastante recomendado.

Imaginemos que exista música boa e música ruim (faça você o critério para discriminar). Imaginemos que exista música séria e música de brincadeira (o “lúdico” de cada coisa, lembra Daniel?). Imaginemos que exista música para ouvir e música para estudar (que nem distinguir entre Cecilia Meirelles e um tratado de Direito Administrativo).
Enfim, se distinções desta natureza fizessem sentido, Carter Beauford seria classificado onde?